Somos Pais Encarregados de Educação e levamos a sério a nossa tarefa. Acreditamos na "aliança educativa" porque da boa relação Pais-Professores nasce a Escola de qualidade que desejamos para os nossos filhos!
terça-feira, 2 de março de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Desfile de Carnaval na escola
Mais uma vez, alunos da escola e do jardim, professores auxiliares e pais se juntaram em alegria e imaginação neste desfile sob o tema "Leitura em família".

Foi com alegria que respondemos ao convite da escola para participar no desfile, e com a ajuda dos nossos sócios lá conseguimos montar um carro alegórico, resistindo ao frio da noite com boa disposição e camaradagem.A todos aqueles que connosco participaram, o nosso muito obrigado.
Parabéns às professoras pelo empenho e dedicação com que prepararam este momento.
Aqui ficam as fotos que conseguimos recolher, para todos aqueles que não puderam acompanhar o desfile.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Escola de Pais - Nem sempre Sim ... nem sempre Nao
Na última sexta do mês da Janeiro, a Associação de Pais e amigos do Jardim de Infância e Escola Avenida de Riba de Ave (APAJIEARA) realizou a sua habitual reunião de "Portas Abertas", desta vez com uma convidada muito especial, Dra Lilina Moreira. A sala encheu-se para ouvir a Dra Liliana falar sobre o tema "Nem sempre sim... nem sempre não!". Para além de pais e avós, estiveram ainda presentes a coordenadora, Professora Maria do Carmo, um representante da Direcção do Agrupamento, Educadora Cristina e o vereador da educação da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Dr. Leonel. A todos a dra Liliana conquistou com a sua forma cativante e decontraída de comunicar.
Saber dizer sim, manter-se firme nas decisões que tomámos em relação aos nossos filhos e também saber quando quebrar e ceder aos seus desejos foram o mote para uma viagem entre as experiências pessoais e profissionais da Dra lLiliana e o dia-à-dia dos pais. Cada pai e cada mãe conseguiu rever-se nas palavras da oradora e reflectir sobre as suas práticas.
No fim da apresentação, acompanhada de imagens e tópicos apresentados em power-point, abriu-se um espaço de de discusão. Vários pais partilharam a sua própria experiência e colocaram dúvidas que foram sendo esclarecidas pela Dra. Liliana.Todos foram unânimes em considerar este tipo de iniciativa muito interessante e proveitosa. Ser pai e mãe é um caminho que se vai desbravando, e como dizia a nossa convidada, a razão e o coração têm de estar em sintonia!
Para terminar, destacava as palavras do Dr. Leonel relativamente à atitude "pró-activa" da associção que para além de reinvidicar junto da câmara, também se esforça por realizar actividades de interesse para os próprios pais.
Susana Pereira
Veja todas as fotos aqui
Ed.Física JI - Aula de Quarta Feira 10 de Fevereiro
Turma 1 _ Responsáveis: Vasco e Luana
Turma 2 _ Responsáveis: João Emanuel e Vera
Turma 3 _ Responsáveis: Júnior e Marta
Jogo 1 : Gato e Rato - Desenvolver velocidade e precisao de movimento e, o trabalho em equipa.
Jogo 2 : Transportador de Bolas - Desenvolver o espirito de equipa e trabalhar o equilibrio dinamico e estático.
Jogo 3 : Estafeta - Trabalho de coordenação motora geral e desenvolver o trabalho em equipa/espirito competitivo
Carla Gonçalves
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Ed.Física JI - Aula de Quarta Feira 3 de Fevereiro
Turma 1
Responsáveis: Guilherme e Margarida
Turma 2
Responsáveis: Daniel e Catarina
Turma 3
Responsáveis: Kiko e Mariana
Jogo 1
A Fuga: desenvolver a capacidade de antecipação
Jogo 2
Jogo do Sinaleiro: desenvolver a capacidade de atenção e reacção
Jogo 3
A Jaula dos Animais: desenvolver a capacidade de discriminar sons
Carla Gonçalves
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Educação Física JI - Planeamento aula de 27 de Janeiro
Turma 1 - Responsáveis: Francisco e Vitoria
Jogo 1 - "Rei Manda"
Jogo 2 - "Balões"
Jogo 3 - "A Fuga"
Turma 2 - Responsáveis: João Afonso e Mafalda
Jogo 1 - "Rei Manda"
Jogo 2 - "Balões"
Jogo 3 - "A Fuga"
Turma 2 - Responsáveis: João Afonso e Mafalda
Jogo 1 - "Rei Manda"
Jogo 2 - "A armadilha"
Jogo 3 - "O Gato e o Rato"
Turma 3 - Responsáveis: Kiko e Inês
Jogo 1 - "Quente e Frio"
Jogo 2 - "O Gato e o Rato"
Jogo 3 - "Macaquinho Chinês"
A Professora, Carla Gonçalves
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Bullying discutido em Pedome
A Escola Básica Integrada de Pedome promoveu a discussão das “práticas agressivas” nomeadamente do bullying.
A discussão contou com o contributo de três especialistas que estão a realizaruma investigação sobre o bullying na Universidade do Minho.
“As práticas agressivas (bullying) na escola e o insucesso escolar” foi o tema discutido na Escola Básica Integrada de Pedome. O assunto foi introduzido pelos especialistas Paulo Costa, Paulo Barros e João Carvalho que estão a estudar o fenómenos com a realização de um estudo sobre o assunto nas mais diversas vertentes.
Para os investigadores foi necessário existirem “tragédias” para que a comunicação social desse “imagem do conceito de bullying”. Segundo os especialistas o bullying é um “conjunto de atitudes agressivas entre pares, repetitivas e sem motivação” que vitimam alguém de forma continuada. “Não tem de haver motivação para a agressão”, adiantou um dos investigadores acrescentando que alguém que é vítima de bullying tem, usualmente dificuldades de concentração.
A este sintoma juntam-se as dificuldades em adormecer sendo que normalmente, os agressores são pessoas “populares” e as vítimas “não têm melhores amigos”.
Segundo as informações recolhidas pelos investigadores “medo, falta de auto-estima, auto conceito negativo, falta de concentração” são algumas das características que as vítimas possuem.
Não obstante, os especialistas consideram que é, também necessário que se preocupem com o agressor. “Também temos de estar preocupados com o agressor e perceber o que está por trás dessa atitude”, atirou notando que este normalmente é “vítima noutro contexto”.
Dois dos investigadores em causa são brasileiros e estão a comparar as duas realidades relativamente ao fenómeno. “A realidade brasileira não é muito diferente da de Portugal”, atirou.
Para os estudiosos o agressor é “aquele aluno que precisa de ajuda e muitas vezes a forma que tem de alertar para a atenção que não tem”.
No bullying há um círculo que usualmente, se repete com os agressores, as vítimas, os apoiantes passivos e “há aqueles que não gostam dos agressores mas também não ajudam as vítimas porque têm medo de ser a próxima vítima”.
Por outro lado, existem alguns tipos de bullying: o directo, o indirecto e cyberbullying. O directo pressupõe uma agressão física visível, o indirecto é usualmente provocado por boatos e rumores enquanto que a utilização da internet leva ao cyberbullying.
“É preciso denunciar e enquanto educadores devemos evitar ser observadores passivos”, atirou um dos investigadores acrescentando que é no 3º ano do primeiro ciclo que mais se verifica o fenómeno.
Jornal EntreVilas Edição 13/01/2010
A discussão contou com o contributo de três especialistas que estão a realizaruma investigação sobre o bullying na Universidade do Minho.
“As práticas agressivas (bullying) na escola e o insucesso escolar” foi o tema discutido na Escola Básica Integrada de Pedome. O assunto foi introduzido pelos especialistas Paulo Costa, Paulo Barros e João Carvalho que estão a estudar o fenómenos com a realização de um estudo sobre o assunto nas mais diversas vertentes.
Para os investigadores foi necessário existirem “tragédias” para que a comunicação social desse “imagem do conceito de bullying”. Segundo os especialistas o bullying é um “conjunto de atitudes agressivas entre pares, repetitivas e sem motivação” que vitimam alguém de forma continuada. “Não tem de haver motivação para a agressão”, adiantou um dos investigadores acrescentando que alguém que é vítima de bullying tem, usualmente dificuldades de concentração.
A este sintoma juntam-se as dificuldades em adormecer sendo que normalmente, os agressores são pessoas “populares” e as vítimas “não têm melhores amigos”.
Segundo as informações recolhidas pelos investigadores “medo, falta de auto-estima, auto conceito negativo, falta de concentração” são algumas das características que as vítimas possuem.
Não obstante, os especialistas consideram que é, também necessário que se preocupem com o agressor. “Também temos de estar preocupados com o agressor e perceber o que está por trás dessa atitude”, atirou notando que este normalmente é “vítima noutro contexto”.
Dois dos investigadores em causa são brasileiros e estão a comparar as duas realidades relativamente ao fenómeno. “A realidade brasileira não é muito diferente da de Portugal”, atirou.
Para os estudiosos o agressor é “aquele aluno que precisa de ajuda e muitas vezes a forma que tem de alertar para a atenção que não tem”.
No bullying há um círculo que usualmente, se repete com os agressores, as vítimas, os apoiantes passivos e “há aqueles que não gostam dos agressores mas também não ajudam as vítimas porque têm medo de ser a próxima vítima”.
Por outro lado, existem alguns tipos de bullying: o directo, o indirecto e cyberbullying. O directo pressupõe uma agressão física visível, o indirecto é usualmente provocado por boatos e rumores enquanto que a utilização da internet leva ao cyberbullying.
“É preciso denunciar e enquanto educadores devemos evitar ser observadores passivos”, atirou um dos investigadores acrescentando que é no 3º ano do primeiro ciclo que mais se verifica o fenómeno.
Jornal EntreVilas Edição 13/01/2010
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